Cláudia Moraes Trindade

ct   Graduada em História pela Universidade Católica do Salvador, Mestrado e Doutorado em História pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é pesquisadora de Pós-Doutorado e Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação de História Regional e Local da Universidade do Estado da Bahia, exercendo atividades de docência na pós-graduação e pesquisa. Professora Colaboradora e Orientadora do Mestrado Profissional em Segurança Pública, Justiça e Cidadania da Universidade Federal da Bahia. Professora convidada da Pós-Graduação da Faculdade São Bento. Professora do Curso de Licenciatura em História da Unijorge. Tem experiência em História das prisões e cotidiano prisional da Bahia oitocentista tendo vários artigos e capítulos de livros publicados sobre o tema. Atualmente estuda a vida prisional em Salvador na primeira metade do século XX e na contemporaneidade. Pesquisadora do grupo de pesquisa "Escravidão e Invenção da Liberdade" do Programa do Programa de Pós-Graduação em História da UFBA. Colaboradora do Centro de Documentação da Penitenciária Lemos Brito. Sócia efetiva do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.
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ÁREA DE PESQUISA

História regional e local, trajetórias de populações afro-brasileiras, História e Igreja no Brasil, trabalho, cultura e movimento social. História das prisões e cotidiano prisional da Bahia oitocentista.


TESE

Ser preso na Bahia, 1865-1890 (UFBA 2012)


DISSERTAÇÃOA

Casa de Prisão com Trabalho da Bahia, 1833-1865 (UFBA 2007)
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 ARTIGOS

O nascimento de uma penitenciária: os primeiros presos da Casa de Prisão com Trabalho da Bahia (1860-1865). Tempo. Revista do Departamento de História da UFF, v. 15, p. 167-196, 2011.

Doença, alimentação e resistência na penitenciária da Bahia, 1861-1865. História, Ciências, Saúde-Manguinhos (Impresso), v. 18, p. 00-00, 2011

.Para além da ordem: o cotidiano prisional da Bahia oitocentista a partir da correspondência de presos. História (UNESP. Impresso) (Cessou em 2004), v. 28, p. 377-420, 2009.

A reforma prisional na Bahia Oitocentista. Revista de Historia (USP), v. 158, p. 157-198, 2008.

 LIVROS PUBLICADOS /ORGANIZADOS

Ser Preso na Bahia no século XIX - ( PRELO). 1. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2014. v. 1. 351p.

 CAPÍTULOS DE LIVROS (Coautoria)

Os galés na Casa de Prisão com Trabalho da Bahia: práticas de aprisionamento e táticas de resistência. In: CARNEIRO, Deivy Ferreira; BRETAS, Marcos Luis. (Org.). História Social do Crime, da Polícia e da Justiça Criminal ( Prelo). 1ª ed. Uberlândia: Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2013, v. 01, p. 135-165.

Ordem e desordem: correspondência de presos e vida na prisão. In: Luiz Claudio Lourenço; Geder Luiz Rocha Gomes. (Org.). Prisões e Punição no Brasil Contemporâneo. 1ª ed. Salvador: EDUFBA, 2013, v. 1, p. 143-176.

Francisco Ribeiro de Seixas e vida prisional na Bahia oitocentista. In: REIS, João José ; AZEVEDO, Elciene. (Org.). Escravidão e suas sombras: ensaios de um grupo de pesquisa, Salvador, EDUFBA (no prelo). 1ª ed. Salvador: EDUFBA, 2012, v. 01, p. 233-278.

A implantação do trabalho prisional na penitenciária da Bahia (1833-1865). In: COELHO, Maria Thereza Ávila Dantas; CARVALHO FILHO, Milton Júlio de.. (Org.). Prisões numa abordagem interdisciplinar. 1ed.Salvador: EDUFBA, 2012, v. 1, p. 15-30.

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